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Damos uma trégua benfazeja ao nosso ímpeto durante esta semana em que se comemoram dois renascimentos. Refreamos os nossos impulsos mais básicos de glória efémera ou de miséria envergonhada. A esses momentos em que tanto nos podemos sentir os mais ditosos dos humanos, como as mais infelizes criaturas aqui geradas. Refreamos na paz mais silenciosa e neutra, os nossos impulsos mais básicos de glória e miséria. Refreamos, pois vamos sentir-nos melhor! E não nos esqueçamos que há um espaço límbico que a todos nos espera. Aí seremos a Verdade. Sem excepções. Sem nada, na redução ao minúsculo neutrino de energia que nos cabe, e sempre nos coube e caberá, por desígnio divino, sejamos felizes, na alegria e na graça de assistirmos à passagem de mais um ano, na companhia dos entes que nos são mais queridos, em presença ou na ausência, não esquecendo a parte da Humanidade mais sofredora, que nos sorri envergonhada do que é, sem ter culpa verdadeiramente de o ser, dado que nós é que nos deveríamos envergonhar de ser como somos: omissos, alheios, alienados.
Por um futuro melhor, seja o próximo ano outro, diferente, melhor. Um ano futurecido!
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Damos uma trégua benfazeja ao nosso ímpeto durante esta semana em que se comemoram dois renascimentos. Refreamos os nossos impulsos mais básicos de glória efémera ou de miséria envergonhada. A esses momentos em que tanto nos podemos sentir os mais ditosos dos humanos, como as mais infelizes criaturas aqui geradas. Refreamos na paz mais silenciosa e neutra, os nossos impulsos mais básicos de glória e miséria. Refreamos, pois vamos sentir-nos melhor! E não nos esqueçamos que há um espaço límbico que a todos nos espera. Aí seremos a Verdade. Sem excepções. Sem nada, na redução ao minúsculo neutrino de energia que nos cabe, e sempre nos coube e caberá, por desígnio divino, sejamos felizes, na alegria e na graça de assistirmos à passagem de mais um ano, na companhia dos entes que nos são mais queridos, em presença ou na ausência, não esquecendo a parte da Humanidade mais sofredora, que nos sorri envergonhada do que é, sem ter culpa verdadeiramente de o ser, dado que nós é que nos deveríamos envergonhar de ser como somos: omissos, alheios, alienados.
Por um futuro melhor, seja o próximo ano outro, diferente, melhor. Um ano futurecido!
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