BEM-VINDOS

Obrigado pela sua chegada; não se esqueça que é de AMOR AGAPIANO* que essencialmento poeto, também erótico quando a propósito de algumas circunstâncias episódicas nas mais diversas proporções. Como estou avança(n)do no tempo, não se escandalize, porque o que é preciso erradicar do Mundo é o preconceito secular, topo onde está preponderantemente a regressão da Humanidade neste percurso da condição humana, nem sempre adequada ao futurecer* do Homem, albergado corporalmente neste Planeta, sem saber com precisão, na generalidade, onde está a sua/nossa Alma. [ Obs. os astericos* assinalam dois neologismos da nossa Língua ].

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quarta-feira, 29 de abril de 2009

Geometria relacional - Daniel Cristal


Traz o teu coração feliz
e o teu rosto iluminado
vem aqui para o meu lado
traça a nova bissectriz
 
Uma linha equidistante
que aproxime o nosso amor
traça-a com novo fulgor
a voz que a todos encante
 
Une todos os catetos
dá-lhe a forma de uma estrela
que ninguém deixe de vê-la
 
e anula os ângulos rectos
apaga a hipotenusa
luz então ó minha musa!

1 comentário:

Efigênia Coutinho disse...

Geometria relacional - Daniel Cristal

Traz o teu coração feliz
e o teu rosto iluminado
vem aqui para o meu lado
traça a nova bissectriz

Uma linha equidistante
que aproxime o nosso amor
traça-a com novo fulgor
a voz que a todos encante

Une todos os catetos
dá-lhe a forma de uma estrela
que ninguém deixe de vê-la

e anula os ângulos rectos
apaga a hipotenusa
luz então ó minha musa!


Glosando os versos da primeira estrofe
deste Soneto de Daniel Cristal

Traz o teu coração feliz
e o teu rosto iluminado
vem aqui para o meu lado
traça a nova bissectriz

MOTE

Traz o teu coração feliz
Um coração ainda inocente
Em teus braços logra ser feliz
Com sonhos a viver fulgente.



Ao doce prazer me deixo entregue
e o teu rosto iluminado
Neste sonho que sempre te segue
Enamorada, a ti me consagrando.


É tempo duma devoção ardente.
Que eu poderia fazer? Consenti o teu fado.
vem aqui para o meu lado


Mesmo que as sentinelas dobre
Todo o amor vivido é nobre
traça a nova bissectriz.

Efigênia Coutinho
Abril 2009